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Lançado oficialmente, 8º Construbusiness vai aprofundar propostas para a construção civil

, vai se concentrar em três pontos fundamentais para o setor da construção civil e infraestrutura:    

* balanço das sugestões feitas pelos Construbusiness anteriores e já adotadaspelo Governo Federal;

* medidas que tornem efetivas essas agendas (Programa deEficiência Institucional Pública e Privada); e, 

* novos temas-chave para a habitação e infraestrutura, considerando ações  de médio e longo prazos.    

O lançamento oficial do 8° Construbusiness ocorreu no último dia 22 de junho,na sede da FIESP, durante café da manhã, pelo Vice-Presidente da FIESP, DiretorTitular do Deconcic/Fiesp e também presidente do Sinaprocim/Sinprocim , José Carlosde Oliveira Lima, com a presença do presidente da FIESP, Paulo Skaf, e diretoresdo Deconcic, além de empresários e representantes de várias entidades que compõema cadeia produtiva da construção.    

Pela repercussão das propostas encaminhadas às autoridades pelos sete Construbusinessanteriores, e conquistas como o Programa Habitacional - "Minha Casa, Minha Vida" alémdo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) - o Departamento da Indústriada Construção, Deconcic, da Fiesp, decidiu por realizar o evento anualmente. "Tornaro Construbusiness anual foi mais uma contribuição da FIESP, que sempre tem apresentadosoluções para o desenvolvimento do País", salientou Oliveira Lima, durante oevento, ressaltando ainda o importante apoio do Presidente Paulo Skaf.   

Neste ano, o Construbusiness levará ao centro das discussões, ideias como o fundopara a habitação e infraestrutura, importância e soluções em acessibilidade esustentabilidade, impactos da Copa 2014 no que se refere à infraestrutura dascidades, estímulos para formalização das empresas que prestam serviços às construtoras(sistema SIMPLES), regime especial para a contratação de projetos, segurançajurídica em contratos públicos e fundos para habitação e infraestrutura originadoem precatórios.    

Para relembrar as Conclusões do 7º Construbusiness    

A crise internacional não pode interromper o ciclo virtuoso (crescimento da construção),sob pena de grandes perdas duradouras para a economia nacional. Setores anunciammanutenção de investimentos, que devem ser reforçados por medidas que disponibilizemrecursos e um ambiente de negócios favorável.    

Reação imediata do governo federal à crise internacional favoreceu a manutençãodos investimentos em habitação de mercado. Foco na demanda também é necessáriopara crescimento sustentável (barateamento do processo produtivo, com desoneraçãoe medidas que alavanquem a produtividade e facilitem investimentos).   

Habitação de interesse social tem o PlanHab, que precisa ser implementado rapidamente,para que se reduza a carência habitacional (déficit de mais de 7,2 milhões demoradias). O PlanHab deve ter financiamento acessível, subsídios e fundo garantidor.    

É necessário acelerar o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Em infraestrutura,problema maior não é a carência de recursos, mas sim a baixa execução dos valoresdisponíveis.    

Melhores contratos {regras mais claras para a aplicação e fiscalização da Leide Diretrizes Orçamentárias (LDO); project finance (mecanismo de definição degarantias sem bloquear balanço para novos investimentos)} agilizariam contrataçõese reduziriam paralisações de obras, ajustando valores orçados dos efetivamentepagos.   

Para a energia, as prioridades são afastar o risco de déficit energético, nomédio e longo prazos; incremento da produção de gás natural em velhas ou novasreservas de gás, associada a petróleo em poder da Petrobras; destinação prioritáriado gás natural a processo produtivos que dependam deste combustível.    

Em transporte e logística, a ampliação dos recursos para investimento é prioritária,além de mais agilidade na contratação e execução dos contratos. Para portos eaeroportos, é urgente a definição de aspectos regulatórios para a atração docapital privado.

   Departamento da Indústria da Construção - DECONCIC    

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP

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