A medida, segundo Mantega é justificada pela forte concentração de encomendas de itens desse setor devido à proximidade do que seria o fim da isenção.
O ministro também informou que a pressão do consumo vinha elevando os preços de material de construção. "Existe esse problema. Como a isenção acabaria em junho, há uma grande concentração de pedidos no período atual. A compra de material é mais planejada e pode levar mais tempo para acompanhar o ritmo das obras".
Ele destacou que este é o único incentivo que será mantido até o final do ano. Mantega ressaltou que acredita que a medida vai incentivar os investimentos no setor e que considera os produtos mais um bem de capital do que de consumo.
O vice-presidente da Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, que também é diretor titular do Deconcic e presidente do Sinaprocim/Sinprocim, disse que os empresários e entidades do setor produtivo da cadeia da construção, que reivindicaram a medida, só têm a agradecer. Mas, acrescentou que pela abrangência social, "a redução do custo da cesta básica da construção para a população de baixa renda deveria ser permanente", disse.