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SINAPROCIM/SINPROCIM PARTICIPAM DO CONGRESSO BRASILEIRO DO AÇO

 
SINAPROCIM/SINPROCIM PARTICIPAM
DO CONGRESSO BRASILEIRO DO AÇO

 
As perspectivas para o setor do aço e o panorama no pós-crise são os principais assuntos da 21ª edição do Congresso Brasileiro do Aço, inaugurado nesta quarta-feira (14/4/2010), pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva. O evento será realizado até amanhã (16), no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Organizado pelo Instituto Aço Brasil (IABr), reúne os principais representantes do setor, governo, fornecedores e clientes para debater os novos rumos da indústria e suas perspectivas.

Além do Congresso, o evento tem uma feira de negócios, a ExpoAço 2010, com estandes de empresas siderúrgicas, mineradoras, fornecedoras de equipamentos, serviços e inovações tecnológicas para a cadeia produtiva do aço.

O Sinaprocin/Sinprocim montou um estande, na rua E, número 43, para divulgar os produtos de cimento de seus associados. Aguardamos sua visita.

Durante a inauguração do Congresso, o vice-presidente da Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, que também é diretor titular do Deconcic e presidente do Sinaprocim/Sinprocim, representou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

Minha Casa Minha Vida 2

Apesar da previsão de crescimento para o setor siderúrgico, a indústria está preocupada com o aumento de 100% do minério de ferro e ainda tenta negociar e fazer as contas sobre quanto deve ser repassado para o preço final do produto.

A perspectiva do setor é que o consumo interno cresça e diminua a ociosidade, que hoje é de 20%. O mercado doméstico absorve 80% da produção nacional e a indústria vê potencial.

A previsão até 2016 é que, com projetos como o Minha Casa, Minha Vida, Copa do Mundo, Olimpíada e os negócios em torno do pré-sal haja um aumento de consumo de 35 milhões de toneladas. De 2013 até 2016, a previsão é que o setor receba US$ 39,8 bilhões de investimentos em ampliações e novos projetos. A atual capacidade instalada é de 42 milhões de toneladas e, segundo o IABr, a produção neste ano deve chegar a 33,16 milhões de toneladas, com crescimento de 25,1% em relação a 2009.

No mercado nacional, os empresários acreditam que, de imediato, existe uma oportunidade com o avanço do programa habitacional do governo federal. Em fevereiro, a direção do IABr apresentou ao presidente Lula dados sobre o setor e falou da possibilidade de o aço brasileiro fazer parte dos projetos do programa. Na versão deste ano do Congresso Brasileiro do Aço, foram montadas casas construídas com aço. O principal argumento da indústria para emplacar a tecnologia é a redução do tempo de construção, que pode chegar a um mês, deixando a obra mais barata.

Na abertura do Congresso, o presidente Lula acenou positivamente com o uso do aço para construção de casas. Ele pediu ao ministro das Cidades, Márcio Fortes, que faça estudos sobre essa possibilidade no programa Minha Casa, Minha Vida. 
 
Nereu Leme
Agência Casa da Notícia
 

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